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The Journaling of Strickland 688

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Seis Sugestões Pra Se Aprontar Para Um Concurso Público

Como Passar Em Provas E Concursos, William Douglas


Educação é uma realidade que pode ser entendida de algumas formas. Uma delas é como método. Olhá-la portanto poderá impedir que a pessoa e o procedimento sejam compartimentalizados em etapas, dando a impressão de que estamos explicando de incontáveis começos, meios e fins. Admitindo que a pessoa se desenvolve, da infância à velhice, apreendendo o mundo e incorporando valores no decorrer da vida, queremos prosseguir afirmando que o método educacional é infinito.


Desejamos, então, evidenciar que a pessoa relaciona-se progressivamente com o que convive. Apesar de sabermos disso fazemos, periodicamente, compartimentalizações. Talvez pela ação da filosofia cartesiana, estamos a todo o momento dividindo as realidades indivisíveis. E, o que quem sabe seja ainda pior, criamos aquilo que chamamos de sistema de ensino, sistema escolar, e chamando tudo isto de educação.


E, deste modo, fazemos constantes e várias divisões num recurso que é único e indiviso. Dentro dessa estruturação que a comunidade humana construiu o sistema escolar. Foi construída a escola estruturada em etapas, pra dizermos “daqui até aqui” vamos ir a pé deste jeito; “dali até lá” caminharemos de outra maneira e “de lá em diante” imprimimos outro ritmo de caminhada.


E constatamos que, mesmo não dividindo a pessoa, dividimos aquilo que apresentamos à pessoa como e no recinto escolar. E, por impressionante que pareça, descobrimos que isso dá certo. Com dificuldades, entretanto tem êxito! Bem, funciona até certo ponto, pois no momento em que olhamos pros lados constatamos que nem sequer tudo se encaixa no planejado. Constatamos que existe muita gente fora do espaço escolar.


Descobrimos, estupefatos, que a escola e a legislação educacional, falam da obrigatoriedade da escolarização. E nos perguntamos: onde está o problema. Por que isso acontece se a infraestrutura e o sistema estão bem montados? Desse modo olhemos a história. Ela nos permite outras constatações: a primeira constatação é que não é sempre que existiu isto que chamamos de faculdade.


Depois constatamos que durante diversos milênios não havia espaço pra todos no lugar que chamamos de faculdade. Em seguida a história nos mostra que a idéia de instituição pra todos é muito recente e que durante muito tempo ela era regalia de poucos favorecidos pelas condições sócio-econômicas e de nascimento. E a pior constatação, fruto desta última, é que as “massas populares” só recentemente tiveram acesso à escola, não por mérito respectivo, no entanto por exigências do mercado de trabalho. Essa ocorrência poderá ser uma das explicações históricas pro acontecimento de tantas pessoas não terem freqüentado ou permanecerem fora da faculdade. Forma diferente de verificarmos isso é olharmos para a sociedade, do ponto de visibilidade econômico.


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Existem aqueles que têm acesso a inmensuráveis proveitos os quais podem ser adquiridos pelo dinheiro. Em compensação existem aqueles milhares para que pessoas estes proveitos são negados, são inacessíveis ou limitados além daqueles que são impedidos de terem acesso a esses mesmos benefícios. Não consideramos isso como um defeito, visto que a nação em que estamos inseridos está desse jeito estruturada. Inclusive nos damos conta de que há muitos milhares de pessoas que, em virtude de carências econômicas não adentram os muros escolares nos “períodos” específicos e dizemos que isto faz porção do sistema.



Mesmo com uma Instituição Do Vale Do Sapucaí todas as moças devem freqüentar o colégio em um determinado tempo, as necessidades, principalmente econômicas, obstam sua entrada e permanência pela universidade; essas nem sequer cumprem a período mínimo de escolarização obrigatória. Essa circunstância é uma das principais causadoras da existência de grupos de “jovens e adultos” que não cumpriram com a escolarização obrigatória “em idade apropriada”.


Mais uma vez nos voltemos para a história. No caso brasileiro a ocorrência não é só constante como também gritante, já que desde os tempos coloniais houve pouca oferta de universidade. Isso ocorria sob a argumentação de que “para puxar enxada não é necessário saber ler e escrever”. Uma mentalidade que ainda está presente em vários locais e cabeças, por aí. Lembrando que, no período colonial, a universidade oferecida pelos jesuítas era elementar e para poucos.


Mais tarde, após a expulsão dos jesuítas, a universidade pombalina piorou a circunstância que de imediato era insatisfatório, porque em espaço de pouca universidade, na prática ficou instituição nenhuma. Com a chegada da família real, no início do século XIX, se fez um arremedo de organização escolar, mas com finalidades bem específicas: aprontar quadros para o funcionamento da máquina administrativa.


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